Grupo amador que se caracteriza pela falta de caracterização! Denotando um forte caracter, caracteristico dos grande génios caracterizados pela sua capacidade de cuspir fogo e de usar cuecas com bonecos ridiculos. Conhecidos mundialmente em Guimarães pelo seu trabalho árduo e perturbante! O Teatro entrou noutra dimensão bem mais limitada, mas não menos vanguardista e vulgar. A arte em permanente colapso e demanda.

domingo, abril 24, 2005

A Revolução

E não é que a Revolução do 25 de Abril causou estragos em Guimarães! Sim, é verdade, que o digam os velhotes que se sentam durante os domingos inteiros no parque ao lado do Toural! Mas convém que eles tenham cuidado, pois neste vinte e cinco de Abril... a PIDE vai voltar... A Policia do Estado do nosso querido regime voltou à rua, de modo a penalizar os prevaricadores com uma estadia na magnifica colónia de férias do Tarrafal, a mando do nosso amado e estimado (embora já morto) António Salazar! O patrono dos bons costumes e ordem pública no nosso país.

Por isso estás convidado a deixar crescer o bigode, colocar um chapéu e uma gabardine e a policiar os velhotes na praça. Temas de conversa do tipo: futebol, política, gajas, progama do Manuel Luís Goucha dão direito a castigo e prisão imediata. Gajas boas (com grandes e vistosos decotes, mini saias, mamas grandes) serão detidas para averiguações! Passem bem e Viva o Salazar, esse grande maluco e visionário além do seu tempo! Ou não!

1 Comments:

Anonymous Anónimo said...

O teatro saiu à rua no passado dia 25 de Abril. Estavamos todos vestidos com a roupa da época da revolução e andamos a vaguear pelas ruas de Guimarães a interagir com o público. É evidente que uns tinham a sua personagem bem estudada e faziam um trabalho mais sério e credível, mas como todos estavam muito bem caracterizados bastava a sua presença e animação para fazer com que a viagem no tempo fosse concretizada. É de destacar a presença de um cromo deste tipo de eventos que protagonizou muito mal a sua personagem. É certo que cheirava a vinho, a sovaco e era chato, mas o falhanço dele foi o facto de nos andar a agredir o pessoal do teatro. O homem não media a força que tinha e todos os que eram por ele abordados ficavam queixosos, até que a Inês lhe pregou um valente cachaço. Foi remédio santo, pena é que foi tarde, porque no instante a seguir fomos embora.

11:40 a.m.

 

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